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Fatura por cobrar: primeiros passos para empresas

Quando uma fatura fica por pagar, a empresa deve evitar agir apenas por impulso. Antes de enviar uma comunicação formal ou avançar para cobrança, é importante perceber se a dívida está bem documentada.

Resumo rápido

Confirmar o que está em dívida

Comece por confirmar o valor em aberto, a data de vencimento, a entidade devedora e se existem pagamentos parciais. Em pequenas empresas, é comum haver várias conversas, mensagens e promessas de pagamento dispersas. Organizar essa informação evita decisões precipitadas.

Na Lourinhã e no Oeste, muitas PME trabalham com clientes recorrentes. Mesmo numa relação de confiança, convém manter registo claro do que ficou por liquidar.

Ver se a fatura está acompanhada de prova

A fatura é importante, mas pode não bastar. Pode ser necessário demonstrar que houve encomenda, prestação de serviço, entrega de produto, aceitação da proposta ou reconhecimento da dívida.

Se o cliente contestar o valor, a data ou a prestação, a prova disponível passa a ser o ponto central da análise.

Comunicar com cuidado

Antes de avançar, pode ser útil reunir as comunicações já existentes. Uma comunicação mal preparada pode criar ruído, especialmente se o cliente invoca defeitos, atrasos ou divergência no preço.

Uma cronologia simples — datas, valores, mensagens e promessas de pagamento — ajuda a preparar o contacto com o devedor ou a consulta jurídica.

Quando ponderar cobrança formal

Dependendo dos documentos, do valor e da posição do devedor, podem ser ponderadas vias extrajudiciais, injunção, ação ou execução. A escolha deve ser feita depois de análise do caso concreto.

Para mais contexto sobre vias de cobrança, pode consultar a página sobre cobrança de dívidas para empresas e, se o contrato estiver em causa, a de contratos comerciais.

Documentos úteis

O que evitar

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Perguntas frequentes

Consulta jurídica para empresa

Se a empresa tem documentos, comunicações ou prazos a analisar, pode enviar um pedido inicial com descrição objetiva do assunto. A análise depende dos factos, da documentação disponível e da aceitação de mandato.

O envio de pedido inicial não cria, por si só, relação advogado-cliente nem substitui consulta jurídica.